(11) 5591-3000 [email protected]
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in posts
Search in pages

Atitude Profissional

14 de agosto de 2014
Atitude Profissional

Um dia li uma frase que me chamou a atenção: Num mundo tão cheio de maravilhas,com tantas coisas excitantes para fazer,é uma vergonha tanta escolha para apenas existir, ao invés de viver.

Viver é um ideal que tentamos atingir enquanto existimos. Por isso algumas (ou muitas) coisas acontecem de um modo diferente daquele que lemos em poesias e romances, assistimos nas novelas, presenciamos ou ouvimos de terceiros.

E há um detalhe que passa despercebido para a grande maioria, inclusive nós mesmos: hoje somos diferentes de ontem, física e mentalmente falando. Não abraçamos a mesma pessoa do mesmo modo que ontem, já vivemos experiências nesse período, e elas nos transformaram; não beijamos as pessoas com o mesmo sabor de ontem, nossos corpos são formados de hormônios que sofrem mutações em razão do correr do tempo e daquilo que assimilamos durante nossas existências, então, por conclusão, não somos os mesmos de ontem, e, conseqüentemente, não seremos os mesmos amanhã. Não nos entregamos a uma relação, ou ao trabalho, em termos profissionais, da mesma maneira que no momento antecedente, porque podemos ter acrescido aos nossos sentimentos outros, bons ou ruins, e eles influenciarão no nosso relacionamento e atitudes, para melhor ou para pior.

Seria loucura dizer que mudamos a cada minuto? Não. Temos uma certa estabilidade (prefiro dizer isso a controle), mas ela também é mutável.

Todavia, esse é um atributo inerente ao ser humano, a capacidade de mudar(e isso é ótimo, ao meu ver).

O texto acima se aplica com toda propriedade ao profissional que cada um de nós é. Ao vivenciarmos esta ou aquela situação podemos julgar, ou não, que estamos apenas “cumprindo tabela”, ou seja, uma dada situação nos faz existir, quando não queríamos vivê-la.

De igual maneira a nossa constante “mutação” também tem reflexo em nosso comportamento profissional, sendo praticamente impossível dissociá-la dos acontecimentos produzidos por nós ou gerados por terceiros. Em ambos os casos um outro fator se apresenta mesmo quando não requisitado: a imprevisibilidade.

Traçamos planos, definimos metas e pensamos, claro, nas correções de rumo. Mas até que ponto nós teremos controle sobre o futuro, tanto daquilo que planejamos quanto de nós mesmos?

A resposta exata para tal questão certamente nós jamais teremos, mas saber dessa incerteza gera uma certeza maior ainda: as pessoas mudam, e não se pode fazer uma projeção exata dos acontecimentos futuros, portanto, aceitá-las é tão importante quanto buscar uma solução para os problemas criados por elas mesmas (talvez sem saber o porquê de tal fato).

Até porque nós também temos que prestar contas a alguém a quem nós nos subordinamos hierarquicamente, e esperamos esse tipo de tratamento.

Então por que não oferecê-lo a quem tem por obrigação (melhor dizer compromisso) prestar contas para conosco de suas atividades?

Afinal, como dizer que somos um grupo quando julgamos pessoas e atos no contexto individual, sem considerar as mutações a que todos estamos sujeitos?


Autor: Redator CR BASSO - Categoria: Blog

Entre em contato, tire suas dúvidas ou solicite uma proposta

Preencha o formulário abaixo que nossa equipe comercial fará contato com você.

Reconhecimentos Públicos
Algumas das empresas que confiam na excelência
da CR BASSO para treinar seus colaborades