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Gestão nas Contratações de Terceiros

15 de março de 2016
Gestão nas Contratações de Terceiros

O grande desafio do empresário e empreendedor brasileiro frente à instabilidade econômica nacional e global é reduzir seus custos sem diminuir a qualidade no fornecimento de produtos e serviços.

A terceirização faz com que ganhe-se especialidade, inovação tecnológica (mais qualidade), maior eficácia e aumento de competitividade, acarretando em redução de custo à empresa e ao destinatário final.

Um levantamento feito pelo Gartner Group aponta que o mercado de terceirização no Brasil movimentou algo em torno de U$$ 4.8 bilhões de dólares em 2013, mesmo que apenas 10% das empresas brasileiras adotem a prática, ante 70% nos EUA e 50% na Europa. No setor industrial, 54% das empresas situadas no Brasil utilizam, ou utilizaram nos últimos três anos, a terceirização; os trabalhadores terceirizados representam 14% da força de trabalho do setor (fonte: CNI). Há, portanto, muito espaço para a expansão deste setor no mercado interno.

Em virtude da falta de regulamentação específica, bem como da inexperiência na gestão de terceirização, este setor pode se tornar um verdadeiro entrave  ao crescimento econômico sustentável da empresa tomadora (contratante) do serviço, pois ainda que a terceirização vise otimizar a cadeia produtiva da empresa, se não for concretizada da maneira correta, acarretará um aumento expressivo de passivos trabalhistas.

A terceirização tem uma razão econômica legítima. Os terceiros podem realizar atividades de apoio ou paralelas à atividade fim, deixando a empresa contratante do serviço estritamente focada na melhoria de sua atividade principal (seu produto ou serviço), para que assim possa aumentar sua produção e seu rendimento. Portanto, não se pode permitir que o risco da terceirização impeça o desenvolvimento econômico da empresa; a solução não é deixar de terceirizar, mas, sim, saber o que e como terceirizar.

Portanto, para evitar-se que a terceirização torne-se um pesadelo ao invés de uma solução à empresa, a CR BASSO possui um treinamento para capacitar os gestores ou envolvidos no processo para que exerçam as melhores práticas na terceirização. Afinal, o que pode ou não ser terceirizado?  O que é atividade-fim e atividade-meio? Como elaborar e gerir os contratos com terceiros? Como deve ser o tratamento com a empresa contratada e seus respectivos empregados? Quando pode ser utilizado o trabalho temporário, as cooperativas de trabalho (agora legalizadas pela nova Lei 12.690/2012), e de pessoas jurídicas? São válidas estas formas de contratação? Como reduzir os riscos trabalhistas e consequentemente a perda financeira?


Autor: Redator CR BASSO - Categoria: Blog

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